I need more
I need something from you
All that explosion was for you
bright, calling your atention
and I did
but then you said my ideas were too modern,
too wrong for you!
You are perfect to my crooked world
twisted and dirty world
it's late, almost dawn.
I've been around for too long
Waiting for your move
Now I'm trapped in a blue-lighted room.
I can't think straight.
I don't wanna think straight,
you've got me and made me crawl
in the middle of the night,
on the narrow and dark streets near your house.
I can't think straight
you're dancing around me...
calling me to be with you
But we both know
it's just another play we are in
another script we've created
with great naughty scenes
and green fairies floating!
Don't think straight
let's twist reality
this is supposed to be unreal
It's just for tonight
domingo, junho 01, 2008
song #2
Say it
Just let it out
Can't you see that
I'm waiting
Your time has come
now is the moment that
you take me in your arms
and kiss me like never before
My head needs a place to rest
and your shoulders are perfect
Perfect image
Two equal hands
Our smiles
We are the same, girl
And we want the same
Say it
Just let it out
Can't you see that
I'm dying
I see you everyday
Breathing next to me
And I'm sure
We can breath together
We are the same
And we want the same
Just let it out
Can't you see that
I'm waiting
Your time has come
now is the moment that
you take me in your arms
and kiss me like never before
My head needs a place to rest
and your shoulders are perfect
Perfect image
Two equal hands
Our smiles
We are the same, girl
And we want the same
Say it
Just let it out
Can't you see that
I'm dying
I see you everyday
Breathing next to me
And I'm sure
We can breath together
We are the same
And we want the same
song#3
É esse o momento onde eu ponho o seu sangue à prova
tenho tudo o que você me dá
e nada do que eu realmente quero
Espero alta madrugada
Luz azul
Você não vem
Não vê
É muito mais do que você pode tocar
É muito pouco do que você consegue segurar
Eu te entrego tudo
naquele sorriso
naquele quase beijo
naquela espera
Se você pudesse prever o dia e a hora
eu estaria lá agora
Só por alguns segundos
É tudo o que temos
olhares cruzados e xícaras de café
Eu sonho com você
e tento te convencer
de que foi real
por mais improvável que nosso futuro seja
Deixe isso pra depois e...
Diga o que você faria se simplesmente
pudesse
tenho tudo o que você me dá
e nada do que eu realmente quero
Espero alta madrugada
Luz azul
Você não vem
Não vê
É muito mais do que você pode tocar
É muito pouco do que você consegue segurar
Eu te entrego tudo
naquele sorriso
naquele quase beijo
naquela espera
Se você pudesse prever o dia e a hora
eu estaria lá agora
Só por alguns segundos
É tudo o que temos
olhares cruzados e xícaras de café
Eu sonho com você
e tento te convencer
de que foi real
por mais improvável que nosso futuro seja
Deixe isso pra depois e...
Diga o que você faria se simplesmente
pudesse
sexta-feira, janeiro 11, 2008
Um Ano e Meio depois...
Wow!!!! Um ano e meio depois resolvo escrever aqui de novo. O que aconteceu? Fiquei sem palavras? Sem tempo? Sem fôlego? Acabaram as metáforas? Os parágrafos de impacto? As rimas?
Não! Tudo isso tem me rodeado intimamente, como sempre. Porém não vi razão nenhuma pra colocar aqui, tão abertamente. O que eu tinha que dizer, disse pessoalmente e o que foi impossível dizer, guardei escondidinho entre um sorriso e outro. Aliás, o que eu mais mostrei esse ano, foi um sorriso ou outro. Minhas mágoas, frustrações, depressões, deixei pra outro momento.
Continuei tentando respirar e senti como nunca a sanidade me acompanhando. Isso não quer dizer que parei de fugir vez ou outra. Mas faço isso com mais pressa de voltar. ( quero dizer que entendi que estou envelhecendo, hehehe )
Continuo extremamente atraída pela luz azul da tela do computador, que ilumina as paredes aqui no meio da madrugada. Memórias ativadas... Mas também as desativo com tal facilidade que até me surpreendo como consigo pegar no sono sem sofrimento ou culpa . Ahh culpa!!! Tenho analisado cada vez mais esse conceito: freio, trava, rédia, mordaça! Acho que só no ano de 2007, eu repeti umas 157 vezes: "Não acredito em culpa, só ação e reação! Se tem vontade de fazer, faça. E saiba lidar com as consequências de suas ações. Não sinto culpa!" E com isso cometi tantos excessos!!!! E claro, tive que lidar com os estragos!
"E a Sindrome de Peter Pan, Alissandra? Já aprendeu como lidar com isso?"
"Ah, claro!" - respondi - "Assumi ela de vez!" E cada vez mais sinto que vou me envonvendo com pessoas mais jovens porém as estórias são as mesmas...
Leio quando dá tempo, escrevo quando não há mais nada interessante na TV! Mas não era ssim antes também?
Amo cada vez mais minha gata, que parece entender as minhas mudanças melhor que eu.
Mas na essência de tudo, bem lá no fundo, e ao mesmo tempo superficialmente, o que aconteceu nesses 18 meses de silêncio verbal é que nada mudou drasticamente. Quisera eu ter uma grande históra pra contar, uma virada de mesa, uma grande epopéia onde o herói sai do estágio mundano e atinge a imortalidade por suas epifanias!!! Mas não... e pra dizer a verdade, espero que tudo continue assim, suave, pra que eu possa continuar sem perder um segundo sequer da minha vida. E aí, sim, poder contar histórias de epifanias, de conquistas, de iluminação; só quando elas realmente acontecerem.
Viu? Continuo a mesma... Humana, demasiadamente humana!
Não! Tudo isso tem me rodeado intimamente, como sempre. Porém não vi razão nenhuma pra colocar aqui, tão abertamente. O que eu tinha que dizer, disse pessoalmente e o que foi impossível dizer, guardei escondidinho entre um sorriso e outro. Aliás, o que eu mais mostrei esse ano, foi um sorriso ou outro. Minhas mágoas, frustrações, depressões, deixei pra outro momento.
Continuei tentando respirar e senti como nunca a sanidade me acompanhando. Isso não quer dizer que parei de fugir vez ou outra. Mas faço isso com mais pressa de voltar. ( quero dizer que entendi que estou envelhecendo, hehehe )
Continuo extremamente atraída pela luz azul da tela do computador, que ilumina as paredes aqui no meio da madrugada. Memórias ativadas... Mas também as desativo com tal facilidade que até me surpreendo como consigo pegar no sono sem sofrimento ou culpa . Ahh culpa!!! Tenho analisado cada vez mais esse conceito: freio, trava, rédia, mordaça! Acho que só no ano de 2007, eu repeti umas 157 vezes: "Não acredito em culpa, só ação e reação! Se tem vontade de fazer, faça. E saiba lidar com as consequências de suas ações. Não sinto culpa!" E com isso cometi tantos excessos!!!! E claro, tive que lidar com os estragos!
"E a Sindrome de Peter Pan, Alissandra? Já aprendeu como lidar com isso?"
"Ah, claro!" - respondi - "Assumi ela de vez!" E cada vez mais sinto que vou me envonvendo com pessoas mais jovens porém as estórias são as mesmas...
Leio quando dá tempo, escrevo quando não há mais nada interessante na TV! Mas não era ssim antes também?
Amo cada vez mais minha gata, que parece entender as minhas mudanças melhor que eu.
Mas na essência de tudo, bem lá no fundo, e ao mesmo tempo superficialmente, o que aconteceu nesses 18 meses de silêncio verbal é que nada mudou drasticamente. Quisera eu ter uma grande históra pra contar, uma virada de mesa, uma grande epopéia onde o herói sai do estágio mundano e atinge a imortalidade por suas epifanias!!! Mas não... e pra dizer a verdade, espero que tudo continue assim, suave, pra que eu possa continuar sem perder um segundo sequer da minha vida. E aí, sim, poder contar histórias de epifanias, de conquistas, de iluminação; só quando elas realmente acontecerem.
Viu? Continuo a mesma... Humana, demasiadamente humana!
sábado, agosto 05, 2006
Da criação do Espetáculo!

Por Alissandra Rocha
Fumaça do café quente, uma televisão ligada de madrugada, olhos turvos numa dramaturgia recém nascida, fresca e pulsante. Um quebra-cabeça, pedaços fragmentados do cérebro do dramaturgo nas minhas mãos descuidadas. Que medo senti frente a possibilidade de combinar mal as peças desse enigma, chegar ao final do labirinto do texto e encontrar nada senão o início!
Sim, o início de tudo.
O início da dramaturgia. A criação no seu momento mais prematuro e frágil. Tudo, menos razão.Os atores embarcaram nesse devaneio do Louco, do Homem do Teatro, do Dramaturgo. Eis que juntos andamos de mãos dadas para não nos perdermos nesse emaranhado de influências e massa cinzenta. Passamos pelos clichês das histórias em quadrinho, e entre sinapses pegamos as estradas sombrias dos cenários e figuras dos filmes Noir. Um caminho difícil, mas grandes descobertas são feitas assim. Sememando um solo duro, com um coração firme e um cérebro em frangalhos!
E chegamos no ponto essencial da caminhada: o nervo ótico do criador! Olhamos com seus olhos pelas janelas de sua mente e vimos... Lá estava uma luz azul, brilhante. Uma Televisão, ligada de madrugada, sentimos a fumaça do café embaçando sua visão e voltamos ao início. Novamente.
Mas no final de tudo, as peças se encaixam e o que vemos é o dramaturgo em toda sua lucidez, no controle dos acontecimentos e seus presonagens nunca serão os mesmos.
Da Criação da Cena - de Claudio Rosa
Direção Alissandra Rocha
Estréia:
19 de Agosto de 2006
Sábados 19 horas , Domingos 18 horas
Teatro Julia Bergmann
alissandrarocha@gmail.com
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